Blitz do Marcelo Aro

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O Seu Mário, de 71 anos, sonhava em voltar a sorrir com confiança e decidiu investir em um tratamento dentário. Abordado por uma clínica na rua, ele acreditou na promessa de um serviço rápido e eficiente, mas o que veio depois foi um golpe. Dois anos se passaram desde o pagamento de R$ 6 mil, e nada foi feito: a clínica mudou de endereço várias vezes, dava desculpas e parou até de responder suas mensagens. Cansado do descaso, Seu Mário procurou o Blitz do Marcelo Aro e a história tomou outro rumo.

A Jéssica realizou o sonho de comprar um carro zero quilômetro, mas o que deveria ser motivo de alegria virou frustração. Em poucos meses, o veículo começou a apresentar falhas graves: pane elétrica, cheiro de queimado, vidro travado e o carro parando sozinho no meio da rua. Depois de quatro reboques e nenhuma solução por parte da concessionária, ela decidiu procurar o Blitz do Marcelo Aro.

A Mariléia perdeu a audição do ouvido esquerdo e decidiu investir tudo o que tinha em um aparelho auditivo novo. Mas, em apenas sete meses, o equipamento apresentou defeito e parou de funcionar. Quando procurou a clínica, ouviu que o conserto não seria feito porque a garantia não cobria o receptor, justamente a peça que havia quebrado. Sozinha, mãe de um bebê de um ano e sem respostas, ela buscou ajuda no Blitz do Marcelo Aro.

A Dayse é mãe solo e faz tudo pelo filho. Quando recebeu uma ligação dizendo que ele havia sido indicado para ganhar uma bolsa de estudos gratuita, acreditou estar diante de uma grande oportunidade. Mas, ao chegar à suposta escola, foi convencida a pagar R$ 375 pelos livros de um curso que seria “gratuito” e, depois, descobriu cobranças que somavam R$ 5 mil, além de uma multa de R$ 850 para cancelar o contrato. Endividada e com o nome no Serasa, ela procurou o Blitz do Marcelo Aro.

O Leonardo levou a televisão da tia para consertar acreditando que em poucos dias o problema estaria resolvido. Mas o que era pra durar uma semana virou um pesadelo de um ano. A assistência técnica nunca entregava o aparelho e sempre tinha uma desculpa. Cansado de esperar e sem respostas, Leonardo procurou o Blitz do Marcelo Aro.

A Dayana sonhava em tirar a carteira de motorista e ganhou o curso de presente do marido. Escolheu a autoescola Raio de Luz, pagou todas as aulas e fez tudo certinho. Mas, quatro meses depois, descobriu que nada havia sido registrado no sistema do Detran. Mesmo cobrando explicações, a autoescola se negou a resolver o problema e ainda debochou da situação. Ela, então, decidiu procurar o Blitz do Marcelo Aro.

A Maria de Lourdes, comerciante de 56 anos, comprou quatro videogames e um celular para presentear a família. Confiou em uma loja onde já havia comprado antes e pagou R$ 7.650 pelos produtos. O que ela não imaginava é que cairia em um golpe. Os meses passaram, os aparelhos nunca chegaram e, em meio à dor da perda do marido, ela ainda ficou sem o dinheiro. Indignada, Maria de Lourdes procurou o Blitz do Marcelo Aro para ajudá-la.

O Adilson é uma pessoa com deficiência que sempre lutou para manter a própria independência. Fazia fisioterapia cinco vezes por semana e dependia do carro para se locomover. Mas, quando o veículo foi roubado, o que já era difícil virou uma grande dor de cabeça. A associação de proteção veicular, em vez de ajudá-lo, começou a enrolar: prometeu pagar em 90 dias, depois pediu mais 60 e nunca resolveu. Sem o carro, o tratamento foi interrompido e a qualidade de vida despencou. Foi então que ele procurou o Blitz do Marcelo Aro.

A Fabíola e o Rogério decidiram vender o carro da família e usaram o dinheiro para comprar um Jeep Cherokee. Quarenta minutos depois de sair da loja, o carro parou no meio da rua. Ao levar o veículo ao mecânico, descobriram uma gambiarra feita para o motor funcionar apenas por alguns minutos. Quando procuraram a loja, foram recebidos com gritos, ameaças e descaso. Então o Blitz do Marcelo Aro entrou em cena.

A Maria Ismar e o Wellington guardaram cada centavo durante anos para realizar o sonho da casa própria. Pagaram R$ 211 mil à vista por um apartamento em Belo Horizonte acreditando que estavam garantindo o futuro da família. Poucos meses depois, as cerâmicas começaram a soltar em todos os cômodos, a varanda ficou torta e a porta nem fechava mais. Pra piorar, a vaga de garagem era praticamente inutilizável: só dava para sair se o vizinho tirasse o carro. Três anos se passaram, promessas foram feitas e nada foi resolvido. Foi então que o casal procurou o Blitz do Marcelo Aro.

A Edna é uma cozinheira aposentada que sempre sonhou em ver seu apartamento totalmente regularizado. Quando uma empresa apareceu oferecendo o serviço, ela acreditou na promessa e pagou R$ 4.800 à vista. Três anos se passaram e nada foi feito. Nenhum protocolo, nenhum documento, nenhuma resposta. Foi então que ela percebeu: havia caído em um golpe. Cansada de esperar, procurou o Blitz do Marcelo Aro.

A Karine, analista contábil de 31 anos, decidiu realizar o sonho de comprar um iPhone 15 Pro. Confiou na loja N1 Phone, pagou R$ 3 mil e acreditou na promessa de que o aparelho chegaria em até 115 dias úteis. Mas o prazo passou e nada. Vieram as desculpas: carga roubada, recompra, viagem do dono… e o celular nunca chegava. Depois de seis meses de espera e muita frustração, Karine procurou o Blitz do Marcelo Aro.

A Ivanilde é cuidadora de idosos, acorda todos os dias às cinco da manhã e vive do próprio esforço. Com muito sacrifício, juntou o dinheiro para colocar box no banheiro, janelas e uma porta nova em casa. Pagou R$ 2.346 à vista para uma empresa de vidros, mas quase um ano se passou e nada foi entregue. Vieram as desculpas, as promessas e até o deboche: “Se quiser, me leva na Justiça.” Sem saber a quem recorrer, ela procurou o Blitz do Marcelo Aro.

A Nádia realizou o sonho de comprar um sofá novo para curtir momentos em família. Para proteger o investimento, contratou uma empresa especializada em impermeabilização. Mas o que era pra conservar acabou estragando: no dia seguinte, o sofá estava todo manchado. A empresa responsável tentou empurrar a culpa para a fabricante e, como se fosse um favor, ofereceu apenas 20% do valor de volta. Indignada e sem saber a quem recorrer, Nádia chamou o Blitz do Marcelo Aro.

A Angélica juntou cada centavo para comprar o carro dos sonhos. Queria tranquilidade, mas o que veio foi dor de cabeça: com menos de dois anos de uso, o veículo começou a falhar na ignição. O diagnóstico? Problema na chave. E a solução da concessionária foi de cair o queixo: sugeriram que ela andasse com duas chaves, uma para ligar o carro e outra para abrir o tanque de combustível. Inconformada, Angélica procurou o Blitz do Marcelo Aro.

A Magali só queria ver o filho realizar o sonho do primeiro emprego. Quando ligaram dizendo que o Rian tinha sido indicado para ganhar uma bolsa de estudos gratuita, ela acreditou que era uma oportunidade de ouro. Mas, ao chegar à escola, ela descobriu taxas escondidas, contratos enganosos e um carnê de quase R$ 10 mil. Sem saber o que fazer, Magali procurou o Blitz do Marcelo Aro.

A Aline economizou, vendeu o antigo apartamento e escolheu cada detalhe da nova casa com carinho. Mas, quando abriu a primeira caixa de piso, encontrou um problema atrás do outro: peças quebradas, riscadas e com tonalidade diferente. Em vez de solucionar o problema, a loja empurrou a responsabilidade para o fabricante. O fabricante, por sua vez, levou 30 dias para emitir um laudo que só confirmava o absurdo: entregaram um piso Tipo C. Sem alternativas, ela recorreu ao Blitz do Marcelo Aro.

A Márcia realizou o sonho de abrir sua lanchonete e contratou uma gráfica para produzir os adesivos decorativos da inauguração: imagens do cardápio, dos produtos, tudo pronto para receber bem os primeiros clientes. Só que, às vésperas da abertura, veio o desastre: atraso, medidas erradas, adesivos rasgados, furados e mal impressos. No dia da inauguração, com a casa cheia, a decoração virou motivo de constrangimento. O resultado foi tão frustrante que a Márcia, desanimada, passou a considerar até entregar o ponto. Sem saída e com R$ 957 perdidos, ela procurou o Blitz do Marcelo Aro.

O Igor pagava sua proteção veicular em dia, confiando que, se algo acontecesse, estaria amparado. Até que teve a moto roubada na saída da igreja e descobriu que, na prática, a associação não oferecia proteção nenhuma. Fez boletim de ocorrência, enviou cada documento solicitado, cumpriu todos os prazos. E, no lugar da indenização prometida, veio a frustração: meses de exigências, análises intermináveis e nenhuma resposta concreta sobre os R$ 18 mil que ele havia perdido. Cansado de enrolação, Igor procurou o Blitz do Marcelo Aro.

A Isadora investiu R$ 3.200 em um sofá que viu no Instagram e aprovou na loja. Em poucos dias, vieram os problemas: encosto soltando, lateral torta, acabamento mal feito. Um técnico confirmou defeito de fábrica, mas, depois disso, a novela virou via-crúcis de protocolos no SAC e promessas que não saíam do papel. Meses se passaram e nada de solução. Entre justificativas e empurra-empurra, a Isadora viu o direito de ter o produto em perfeitas condições ser adiado indefinidamente. Cansada do descaso, ela procurou o Blitz do Marcelo Aro.

A Márcia usa cadeira de rodas e juntou o que tinha, inclusive parte da herança do pai, para comprar uma cadeira motorizada feita sob medida. Precisava de um detalhe simples, mas essencial: a altura exata para conseguir entrar no carro e manter sua autonomia. Mas, depois de seis meses de espera, recebeu um equipamento maior do que o contratado, impossível de usar no dia a dia. Sem a cadeira adequada, Márcia perdeu mobilidade, independência e a liberdade de sair de casa. Tentou resolver com a loja, mas encontrou promessas vagas e nenhuma solução concreta. Foi então que ela procurou o Blitz do Marcelo Aro.

O Donizete, mecânico industrial de 54 anos, trabalhou a vida inteira e juntou dinheiro para comprar um carro. Mas a alegria durou pouco. Na estrada, a luz de injeção acendeu e o carro começou a perder força. Foi só o começo. Ele levou o veículo em dois mecânicos de confiança e o diagnóstico foi o mesmo: motor pifando, direção com defeito, calço quebrado. Ao procurar a loja, Donizete encontrou o clássico cenário: vendedor que some, empurra-empurra entre unidades e nenhuma solução concreta. Sem saber mais a quem recorrer, ele entrou em contato com o Blitz do Marcelo Aro.

O Vander é autônomo, trabalha duro e juntou cada centavo para realizar um sonho: colocar uma piscina no quintal para aproveitar com a família. Mas a alegria virou frustração logo na entrega. A piscina chegou descascando, trincada e mal instalada. O responsável pelo serviço, o Delson, passou meses prometendo resolver. As mensagens foram se acumulando, as desculpas também… até que o Vander acabou bloqueado pelo próprio fornecedor. Dois anos de tentativa, cobrança e nenhuma solução. Sem saber a quem recorrer, ele procurou o Blitz do Marcelo Aro. E a partir daí, a história tomou outro rumo.

Cinco anos de estudo, mensalidades pagas em dia e o sonho do diploma de Farmácia na mão. Mas, para um grupo de alunas da Universidade Anhanguera, o que era pra ser uma conquista virou frustração. A faculdade simplesmente não ofereceu o estágio obrigatório, etapa essencial para a conclusão do curso. Sem isso, nenhuma delas pôde se formar. Enquanto uma das estudantes via a chance de subir de cargo na FEMIG escapar por falta do diploma, outras aguardavam há quase um ano por uma solução. Até que o Blitz do Marcelo Aro entrou em cena.

Gerson contratou a Minas Pool para construir uma piscina no quintal e realizar o sonho dos filhos. A obra até começou, mas rapidamente virou um pesadelo: atrasos constantes, visitas raras de funcionários, materiais perdidos e parte da casa danificada. O tempo foi passando e, depois de mais de 10 meses, a piscina nem chegou na metade. No lugar do lazer, ficou um buraco enorme no quintal, transformando a área externa em risco real para as crianças. Sem respostas e com a empresa praticamente desaparecida, Gerson procurou o Blitz do Marcelo Aro, que foi atrás do responsável e cobrou uma solução.

Silene, moradora de Ibirité, sempre usou um chip pré-pago da Vivo e fazia recarga apenas quando podia, sem plano e sem compromisso mensal. De repente, começou a receber cobranças de faturas em atraso e estranhou ainda mais quando percebeu que a internet funcionava mesmo sem crédito. Ao investigar no aplicativo, descobriu que havia um plano controle no nome dela, com contas pendentes, sem que ela tivesse contratado ou autorizado nada. Sem conseguir resolver sozinha e com medo de ter o nome prejudicado, Silene procurou o Blitz do Marcelo Aro.

Vários consumidores compraram produtos eletrônicos importados na Medeiros Importados, atraídos por preços bem abaixo do mercado. No começo, algumas entregas até aconteceram, mas, de repente, os pedidos começaram a atrasar e a mercadoria parou de chegar. O mais grave é que a empresa continuava vendendo para novos clientes e usava entregas pontuais como vitrine nas redes sociais, enquanto os antigos ficavam no prejuízo. Com centenas de reclamações e um grupo de vítimas se formando para tentar reagir, o caso chegou ao Blitz do Marcelo Aro.

Edson contratou a Marcenaria Digníssima para fazer todos os móveis planejados da casa e pagou quase R$ 89 mil, com o contrato totalmente quitado. O problema é que os meses passaram e nada foi entregue. Sem armários, sem mesa e com a filha estudando no chão, a família enfrentou o descaso da empresa, que sumia e dava desculpas. Diante do prejuízo e da falta de respostas, Edson procurou o Blitz do Marcelo Aro, que foi atrás do responsável e levou o caso à Justiça.

Jéssica realizou o sonho de comprar um carro zero quilômetro, mas, em menos de 30 dias, o veículo já apresentou defeitos e a solução virou uma novela. Ela esperou cinco meses pela troca, usando um carro reserva fornecido pela concessionária. Quando finalmente recebeu o carro novo e devolveu o veículo alugado, o problema ganhou outra dimensão: a Fiat não pagou a locadora, a dívida caiu no nome dela e, depois de meses sem resposta, Jéssica acabou negativada no Serasa por um valor que não era dela. Sem conseguir resolver, ela procurou o Blitz do Marcelo Aro.

Maria do Socorro comprou um sofá de R$ 7 mil na Capri Interiores, mas o produto chegou com defeito e muito diferente do que ela esperava. Para resolver sem briga, ela aceitou trocar por um modelo mais barato, de R$ 5.990. Só que a loja se recusava a devolver a diferença de R$ 1.010 e tentou “compensar” com um puff que ela não pediu. Sem conseguir falar com um responsável e cansada de enrolação, Maria do Socorro procurou o Blitz do Marcelo Aro.

Bruno comprou um Ford Fiesta seminovo na AG Automóveis, deu R$ 20 mil de entrada e financiou o restante, acreditando nas garantias de que o carro estava em bom estado. Só que, logo depois, começaram os defeitos e surgiram sinais de batidas que não tinham sido informadas. Ao buscar uma vistoria independente, veio a descoberta mais grave: além do carro ser reprovado no laudo, havia divergência nos números do chassi nos vidros, o que pode indicar adulteração. Sem solução e pagando parcelas de um veículo que tinha medo de usar, ele procurou o Blitz do Marcelo Aro.

Danilo comprou um carro na JJ Veículos. Na hora da compra, prometeram que a chave reserva seria entregue no dia seguinte. O problema é que o dia seguinte virou semanas, e as semanas viraram mais de dois meses de desculpas e enrolação. Mesmo cobrando várias vezes e tentando facilitar de todas as formas, Danilo não recebia uma resposta definitiva. Sem conseguir resolver, ele procurou o Blitz do Marcelo Aro, que foi até a loja, cobrou uma solução e deixou claro que o consumidor não pode pagar por um problema interno.

Roseli decidiu cuidar da saúde e fechou, por WhatsApp, dois planos na Academia Infinit, um para ela e outro para a filha. Só que, já no primeiro treino, se frustrou com a experiência e pediu o cancelamento. A partir daí, começou o problema. Mesmo tentando várias vezes, a academia não cancelava e continuava cobrando no cartão, inclusive por um plano que a própria empresa dizia nem constar no sistema. Sem solução, Roseli procurou o Blitz do Marcelo Aro, que foi até a unidade e pressionou para garantir o cancelamento e o estorno das cobranças indevidas.

Tânia e a filha Tatiane embarcaram em uma viagem de ônibus de Conselheiro Lafaiete para Cabo Frio, pela Brasil Bus, cheias de expectativa para dias de descanso. Só que, no meio do caminho, veio o susto: as duas malas desapareceram do bagageiro. Elas chegaram ao destino sem roupa, sem itens básicos e passaram parte da viagem correndo atrás do mínimo para conseguir ficar na cidade, gastando o dinheiro que seria do lazer. Ao procurar a empresa, receberam pouca assistência e ainda ouviram uma proposta de indenização considerada irrisória diante do prejuízo. Sem acordo e sem solução, o caso chegou ao Blitz do Marcelo Aro.

Dona Nívia, aposentada, decidiu reformar a cozinha e comprou à vista um piso cerâmico na Habitt Acabamentos, pedindo um produto de boa qualidade. Depois da instalação, veio a surpresa: na primeira lavagem, as peças apareceram cheias de manchas. Ela tentou resolver com a loja e ouviu promessas, desculpas e a recusa em assumir o problema, com a alegação de que o piso seria “classe B”, sem garantia, algo que ela não tinha sido informada na compra. Sem aceitar ficar no prejuízo, Dona Nívia procurou o Blitz do Marcelo Aro.

Wilson trabalhou, juntou dinheiro e comprou um Chevrolet Tracker. Confiando na promessa de uma venda rápida e segura, ele deixou o carro em consignação na Avance Veículos, em Betim. O veículo foi vendido por R$ 87 mil, mas o repasse nunca aconteceu. Ele só descobriu que o carro tinha saído da loja quando passou em frente e percebeu que o veículo já não estava mais lá. A partir daí, foi uma sequência de desculpas e promessas, deixando o Wilson e a esposa sem o carro e sem o dinheiro. Sem conseguir resolver, ele procurou o Blitz do Marcelo Aro.

Jairo é policial penal e mantém, com outros colegas, um projeto social de jiu jitsu que atende cerca de 150 crianças e adolescentes em Ribeirão das Neves. A van do projeto foi furtada durante a noite e, mesmo com proteção veicular e tudo pago em dia, a Universo AGV negou a indenização sem apresentar qualquer explicação. Sem o veículo, o projeto ficou comprometido e Jairo, que já banca o trabalho com recursos próprios, não tinha como arcar com uma briga longa sozinho. O caso chegou ao Blitz do Marcelo Aro, que foi até a sede da empresa e cobrou uma resposta.

Ana Carolina, técnica de enfermagem e mãe de um filho com autismo, teve o carro destruído por um incêndio e acionou a proteção veicular da Meritto, acreditando que receberia a indenização e conseguiria seguir trabalhando e levando o menino às terapias. Depois de meses de enrolação, a empresa fez um acordo para pagar R$ 22,5 mil em parcelas, mas cumpriu só uma parte, deixando a Ana Carolina no prejuízo. Por isso, o Blitz do Marcelo Aro voltou ao caso e foi novamente até a Meritto para cobrar o que foi prometido.

Cynthia, de Conselheiro Lafaiete, investiu R$ 75 mil em uma cobertura de vidro para a área de lazer e confiou a obra à Vidraçaria Vitrô. O projeto era para trazer conforto e aproveitar a casa, mas bastou chover para o sonho virar transtorno: a estrutura passou a vazar e a água invadia o espaço, causando alagamentos e prejuízo. Ela tentou resolver, mas recebeu apenas desculpas e adiamentos. Sem conseguir uma solução efetiva, Cynthia procurou o Blitz do Marcelo Aro, que foi até a empresa e cobrou uma resposta.

Roberta levou a filha ao médico à noite e, buscando mais segurança, decidiu pagar para deixar o carro em um estacionamento privado. Mas, ao voltar, encontrou o veículo danificado. Ela pediu ajuda, solicitou as imagens das câmeras e tentou contato com a empresa, mas ouviu que deveria procurar a polícia e cobrar o prejuízo diretamente de quem bateu, além de ter o acesso às imagens negado. Sem aceitar o empurra-empurra, Roberta procurou o Blitz do Marcelo Aro, que foi até o local e cobrou uma solução.